Paraná terá R$ 127 milhões para auxílio emergencial a Santas Casa e Hospitais Filantrópicos


O deputado estadual Michele Caputo (PSDB), que há meses vem alertando sobre a crise que assola os hospitais filantrópicos do Paraná, informou nesta terça-feira (2) que 142 hospitais filantrópicos do Estado serão contemplados com um auxílio emergencial do Ministério da Saúde. O aporte extra de recursos será de R$ 127,8 milhões e poderá ser utilizado no reforço à retaguarda de atendimento aos pacientes com Covid-19.
“Trata-se de uma excelente notícia para esses hospitais, que vem enfrentando sérias dificuldades para se manter neste momento de pandemia”, explica o deputado. Segundo ele, o faturamento dessas entidades caiu drasticamente com a redução do volume de consultas, exames e cirurgias eletivas. “Também tem a questão do aumento dos preços de insumos, como máscaras, luvas e outros equipamentos de proteção individual”, complementa Caputo.
A primeira parcela, de R$ 32,7 milhões, já foi repassada pelo Ministério da Saúde ao Governo do Estado e às prefeituras, responsáveis por transferir os incentivos aos hospitais. Parte desses valores já chegaram às entidades. A Secretaria de Estado da Saúde ainda avalia o formato do repasse aos hospitais que estão sob sua gestão financeira.
Nesta semana, uma nova parcela, de R$ 94,8 milhões, deve ser liberada pelo Ministério da Saúde. A portaria que detalha os hospitais contemplados foi publicada no dia 29 de maio.
De acordo com Caputo, o investimento faz parte de um amplo Pacote de Socorro às Santas Casas e Hospitais Filantrópicos. A iniciativa foi proposta pelo senador José Serra (PSDB) e aprovado no Congresso Nacional. “São quase R$ 2 bilhões em todo o país. Há algumas distorções nos critérios de distribuição, mas temos sim que elogiar a iniciativa”, ressaltou.
Os recursos deverão ser aplicados, obrigatoriamente, na aquisição de medicamentos, suprimentos, insumos e produtos hospitalares para o atendimento adequado à população. Também poderá ser feita a compra de equipamentos e a realização de pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos exclusivos para Covid-19.
Os gestores hospitalares terão ainda a possibilidade de cobrir os custos que as entidades terão com a definição de protocolos assistenciais específicos para enfrentar a pandemia, inclusive pagando despesas de contratação de profissionais de saúde para atender à demanda adicional.

FONTE: ASSESSORIA

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