Michele Caputo apoia propostas para Santa Casas e Hospitais

O ex-secretário estadual de Saúde, Michele Caputo, reiterou o apoio ao caderno de propostas da Femipa com as demandas das santas casas de misericórdia e hospitais beneficentes do Paraná. O documento foi entregue nesta terça-feira, 11, aos candidatos ao Governo do Estado e destaca a implantação do HospSUS, criado por Michele Caputo na Secretaria de Saúde do Paraná.

"Vamos avançar ainda mais com o HospSUS, mas é preciso destacar que o programa tem sido fundamental para ampliar a oferta de leitos de UTI que cresceu mais de 60% - de 1.176 leitos em 2010 para 1.892 leitos em 2017. Os hospitais recebem apoio mensal para custeio dos serviços, além de repasses para obras e equipamentos. Em oito anos, serão R$ 818 milhões para custeio e mais R$ 206 milhões para obras e equipamentos", disse Michele Caputo.

A Femipa, em seu documento, ressalta a importância da implantação do HospSUS no Paraná. "Houve avanço nos investimentos em gestão, educação e custeio para melhorar o desempenho dos hospitais públicos e filantrópicos que atendem ao SUS. Agora, é urgente e indispensável que essa iniciativa se transforme em uma política de Estado", diz a entidade.

Ainda no caderno de propostas, o HospSUS se destaca. A federação afirma que é necessário a manutenção e aperfeiçoamento do programa "com o reconhecimento de sua essencialidade à qualidade e resolutividade dos serviços prestados através do SUS", reforça.

Cirurgia eletiva - Outra proposta da Femipa que também foi implantada por Michele Caputo na Saúde do Paraná diz respeito aos mutirões de cirurgias eletivas. "Entre 2015 e 2016, o Estado destinou R$ 60 milhões para os mutirões e em 17 meses, em parceria com as prefeituras e Hospitais, foram feitas 66 mil cirurgias, 35 mil delas de catarata. A partir de 2017, com apoio de recursos federais, foram mais 70 mil procedimentos nos mutirões", disse.

Nesta área, a Femipa pede a implantação de mutirões de consultas, exames e cirurgias de forma a reduzir filas de especialidades, "utilizando a capacidade ociosa de hospitais estratégicos, que podem reduzir mais, mas encontram-se limitados pelos tetos físicos-financeiros dos municípios e do Estado".

"Vale destacar que em 2011 foram 227 mil cirurgias eletivas - 115 mil ambulatoriais e 112 mil hospitalares. Já em 2017, foram 404 mil cirurgias eletivas, 278 mil ambulatoriais e 126 mil hospitalares", completa Michele Caputo.

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