Forrest Brasil comprova eficiência contra a dengue

A solução para combater a dengue, desenvolvida pela Forrest Brasil Tecnologia e aplicada de forma pioneira em alguns bairros de Jacarezinho, teve eficiência comprovada. Nos bairros tratados pelo Projeto piloto Controle Natural de Vetores, foi registrada a redução de 90% na infestação do mosquito Aedes aegypti. 
De setembro de 2018 a abril de 2019, a Forrest Brasil tratou os três bairros que tinham situação mais crítica no município: Aeroporto, Novo Aeroporto e Vila Leão. Ao final do projeto piloto, após sete meses de solturas de mosquitos machos estéreis, o resultado foi a redução de mais de 90% na população de Aedes aegypti na área tratada, sendo que o Levantamento Rápido de Índices de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) chegou a registrar índice zero de infestação do mosquito nos Bairros Novo Aeroporto e Aeroporto. O Projeto foi finalizado com o registro de apenas 16 casos de dengue na região do Aeroporto enquanto a Vila São Pedro apresentou 198 casos, sendo o bairro mais crítico da cidade em números de casos da doença. Em setembro de 2019, a Vila São Pedro recebeu o projeto Controle Natural de Vetores da Forrest Brasil. Desde então vem sendo realizadas solturas semanais nesta região da cidade. Jacarezinho vive novamente uma nova epidemia de dengue e até o momento temos o registro de apenas dois casos de dengue na Vila São Pedro, enquanto o Aeroporto concentra o maior número de casos da cidade, sendo 358 registros até o momento, mais de 70% do total de casos. “Hoje há uma inversão, com novos registros de dengue no Aeroporto e grande redução de infestação do mosquito na Vila São Pedro, o que demonstra a importância da continuidade do trabalho”, revela a diretora da Forrest Brasil Tecnologia, Elaine Cristina dos Santos Paldi.  
A atuação da Forrest em Jacarezinho é considerada um caso de sucesso e os resultados já foram apresentados para outras cidades do Brasil. “Os dados comprovam que a tecnologia, aliada ao trabalho de educação e conscientização da população, contribui para a redução significativa dos índices de infestação do Aedes aegypti, mosquito transmissor do vírus da dengue, logo, reduzimos drasticamente os casos desta doença na área onde atuamos. Para garantir a sustentabilidade do projeto, é necessário mais um ano de trabalho, especialmente para reduzir os ovos remanescentes. Com a continuidade do projeto e o apoio da população e do poder público, podemos conquistar uma solução sustentável para combater a dengue e outras doenças relacionadas a esse mosquito”, explica a coordenadora do projeto, Lisiane de Castro Poncio.
A partir de janeiro deste ano, a Forrest conseguiu uma autorização para ampliar o projeto para toda a cidade de Jacarezinho. “Aguardamos meses por isso, pois queríamos ter ampliado o projeto antes do verão, que é a alta temporada do mosquito. Desde o dia 10 de janeiro, voltamos a atuar no município e agora estamos trabalhando de forma intensiva em todos os bairros de Jacarezinho”, diz a diretora.
No entanto, essa autorização assinada pela Prefeitura Municipal tem validade de apenas três meses. “Sabemos que o ideal seria a continuidade desse trabalho por pelo menos um ano. Os ovos do Aedes aegypti permanecem viáveis por mais de um ano, por isso é importante combater a dengue o ano todo e não apenas no verão”, explica Elaine.
A técnica
O município de Jacarezinho foi o primeiro no mundo a usar a técnica natural, que não envolve modificação genética, desenvolvida pela Forrest Brasil. Os mosquitos machos estéreis são produzidos a partir de ovos coletados na região afetada e, posteriormente são soltos na natureza, contribuindo para a redução de novos descendentes, diminuindo assim a proliferação desses mosquitos. O mosquito macho se alimenta apenas de seiva de plantas e, portanto, não pica e não oferece nenhum risco para a população. São as fêmeas que transmitem as doenças, pois precisam do sangue para completar o processo de maturação dos ovos e fazer a postura. Como a fêmea copula uma única vez durante a vida, se a cópula for com um macho estéril então não haverá descendentes. Já se a cópula acontecer com um macho não estéril, uma fêmea pode gerar até 500 ovos, que vão resultar em novos mosquitos.

FONTE: JORNAL TRIBUNA DO VALE
FOTO: RODRIGO FELIX LEAL


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