Com otimismo, pandemia acaba em março de 2022, observa Romanelli



O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) disse nesta quarta-feira, 12, que a situação da pandemia no Brasil continua preocupante e que a possibilidade de uma terceira onda de infecções não está descartada pelas autoridades de saúde.


Romanelli afirmou que o enfrentamento da Covid-19 no País falhou por que o governo federal perdeu o time da compra de vacinas e que as condições sanitárias só devem melhorar no ano que vem. “Com otimismo, a pandemia acaba em março de 2022”, observou ele em entrevista ao site de notícias Paraná Portal.

Outro tema abordado por Romanelli foi o processo de concessão de rodovias no Paraná, que segundo o deputado mobiliza os 54 parlamentares da Assembleia Legislativa. “Há uma unanimidade em relação à licitação pelo menor preço de tarifa”, destacou ele ao criticar o modelo híbrido proposto pelo governo federal.

Proposta - 
Romanelli sustentou a importância das audiências públicas promovidas pela Frente Parlamentar sobre o Pedágio para buscar consenso sobre a melhor forma de licitação. “Não apareceu viva alma para defender o modelo federal”, disse. Ele ressalta que ainda há insistência do Ministério dos Transportes na aplicação deste sistema. “Desculpe, mas será que todos nós estamos errados”, ponderou o deputado.

Não é aceitável que o Paraná, disse Romanelli, se transforme em laboratório para o modelo híbrido de leilão. Segundo ele, a sensibilização feita pela Frente Parlamentar ganhou adesão do setor produtivo, da sociedade civil organizada e do governo estadual porque a concessão vai ter reflexos na economia do Estado por três décadas. “Não é justo para as futuras gerações deixar um contrato ruim”.

O deputado reafirmou que a Assembleia Legislativa não vai autorizar a delegação de rodovias estaduais para o programa federal de concessões sem que o critério de licitação seja o menor preço de tarifa. “Um terço das rodovias são estaduais. Vamos ceder só com uma metodologia de menor preço”, sustentou Romanelli. Ele pontua que o Tribunal de Contas da União (TCU) já alertou o governo federal para a necessidade de lei estadual autorizando a delegação.
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