Projetos conjuntos entre metrópoles visam fortalecimento



O prefeito de Londrina, Marcelo Belinati, reuniu-se nesta sexta-feira (6), em seu gabinete, com o prefeito de Maringá, Ulisses Maia. As autoridades reforçaram os laços de amizade entre as duas cidades e discutiram possíveis projetos conjuntos. Além disso, os gestores trocaram informações e compartilharam experiências administrativas relativas a diversas áreas, incluindo a gestão pública, infraestrutura urbana e questões sociais, entre outras.

O prefeito Marcelo agradeceu a visita do prefeito Ulisses Maia e reforçou a importância da união entre Londrina e Maringá, salientando que as duas cidades são grandes metrópoles regionais, com altos índices de desenvolvimento. “Cada vez mais, vamos trabalhar juntos para fomentar o desenvolvimento regional, gerando emprego, renda e melhorando a qualidade de vida da população de todo o norte do Paraná”, disse.

O prefeito de Maringá também destacou os benefícios da parceria entre os dois municípios, explicando que a troca de experiências é muito positiva para os gestores. “É importante conhecermos de perto o que está sendo feito em outras cidades, pois assim temos a oportunidade de implementar novas iniciativas na gestão. Acima de tudo, pretendemos promover a união e fortalecimento conjunto das regiões metropolitanas de Maringá e Londrina, pois o norte do Paraná é uma região com indicadores extremamente importantes, que faz a diferença no estado”, afirmou.

Os prefeitos trocaram opiniões sobre o Plano da Metrópole Paraná Norte, publicação do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná, financiado pelo Banco Mundial. Elaborado por uma consultoria formada pelas empresas Cobrape e Urbtec, o plano integrado de desenvolvimento abrange 15 municípios da região Norte, que interagem entre si. São eles: Apucarana, Arapongas, Cambé, Cambira, Ibiporã, Jandaia do Sul, Jataizinho, Londrina, Mandaguaçu, Mandaguari, Marialva, Maringá, Paiçandu, Rolândia e Sarandi. Juntos, esses municípios concentram 15% da população e quase 14% do PIB do Estado. Do ponto de vista estratégico, trata-se de uma região interligada com visão de metrópole.


FONTE: ASSESSORIA

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