BLOG DO MARCOS JUNIOR

 

Infraestrutura é uma das áreas em que Alexandre Curi (Republicanos) concentra uma das maiores carteiras de investimentos viabilizados ao longo de seus mandatos no Paraná. Levantamento das ações articuladas pelo deputado reúne mais de R$ 1,4 bilhão em obras e projetos de infraestrutura, mobilidade e saneamento, com intervenções que vão de pavimentação urbana e estradas rurais a pontes, equipamentos rodoviários, redes de esgoto e melhorias de mobilidade.

Agora, candidato ao Senado, Curi quer levar essa atuação para uma escala maior. No plano de mandato, estabelece como prioridades a Nova Ferroeste, a modernização dos portos de Paranaguá e Antonina, a fiscalização das concessões rodoviárias, novas ligações interestaduais, soluções ferroviárias para Curitiba e Região Metropolitana e a nova pista do Aeroporto Afonso Pena.

Para Alexandre, infraestrutura é uma área em que o trabalho parlamentar precisa ir além de anunciar recursos.

“Obra precisa de projeto, recurso e acompanhamento. Não adianta conseguir uma autorização e depois deixar o processo parar numa gaveta. Infraestrutura é uma área em que o mandato precisa acompanhar cada etapa até a entrega”, afirma.

Curi fez

Mais de R$ 1,4 bilhão em infraestrutura

O levantamento do mandato reúne investimentos em quatro grandes frentes: infraestrutura urbana, infraestrutura rodoviária e rural, mobilidade e segurança viária e saneamento.

Somadas, essas áreas representam aproximadamente R$ 1,44 bilhão em investimentos mapeados. A maior parcela está na infraestrutura urbana, com mais de R$ 912 milhões. A infraestrutura rodoviária e rural reúne cerca de R$ 406 milhões; o saneamento, quase R$ 76 milhões; e ações de mobilidade e segurança viária somam mais de R$ 43 milhões.

São centenas de intervenções distribuídas por municípios de diferentes portes e regiões do Paraná.

Entre os exemplos está a Rodovia dos Minérios, em Almirante Tamandaré, cujo primeiro lote registrado no levantamento representa R$ 90,6 milhões. No mesmo município, há ainda investimentos em pontes e diferentes projetos de pavimentação urbana, incluindo uma intervenção de R$ 13 milhões.

Em Pitanga, o levantamento registra R$ 22 milhões para marginais, além de quase R$ 5 milhões para pavimentação das estradas vicinais Linha Cantú e Rio do Meio e recursos para equipamentos rodoviários.

Em Itaperuçu, são R$ 6,6 milhões para pavimentação da Estrada do Canelão. Em Itaguajé, aparecem projetos de pavimentação nos trechos da PR-542 em direção ao Balneário Itapanema e a Jardim Olinda, além da aquisição de equipamentos rodoviários.

“É esse tipo de investimento que muda a vida de quem mora no município. A estrada rural que tira a produção da propriedade, a rua asfaltada que acaba com a poeira e a lama, a ponte que reduz a distância e a rede de esgoto que melhora a qualidade de vida”, afirma Curi.

Asfalto nas cidades e estradas no interior

Uma das maiores frentes de atuação foi a pavimentação.

O levantamento reúne centenas de intervenções em vias urbanas, recapeamento, calçadas, drenagem, iluminação pública e pavimentação de acessos rurais.

O programa Asfalto Novo, Vida Nova aparece em diversos municípios. Em Campina da Lagoa, por exemplo, há registro de uma etapa de R$ 6 milhões. Em Campina do Simão, a planilha reúne R$ 5 milhões em pavimentação pelo programa, além de investimentos anteriores em vias urbanas.

Em Paulo Frontin, foram registrados R$ 5 milhões em pavimentação pelo programa, acompanhados de investimento em iluminação LED. Em Perobal, mais de R$ 4 milhões foram destinados à pavimentação das vias da sede e do distrito de Cedro, além de recursos para iluminação e novos recapeamentos.

Também aparecem obras importantes em municípios como Ibaiti, onde o levantamento inclui pavimentação em blocos de concreto e asfaltamento da Avenida Alice Pereira Goulart, entre outras intervenções.

Na área rural, os investimentos alcançam estradas vicinais, pavimentação com pedras irregulares, pontes e equipamentos utilizados na conservação das vias.

Em Contenda, há R$ 2 milhões para pavimentação da Estrada Vicinal São João. Em Cerro Azul, o levantamento registra R$ 2,6 milhões para aquisição de duas motoniveladoras e uma retroescavadeira.

Pontes e equipamentos para manter as estradas

O trabalho inclui ainda investimentos menos visíveis, mas fundamentais para os municípios.

Há registros de pontes, vigas, escavadeiras hidráulicas, retroescavadeiras, motoniveladoras, britadores, pás-carregadeiras e caminhões destinados à manutenção de estradas.

Em Almirante Tamandaré, por exemplo, uma ponte aparece com investimento de quase R$ 1,4 milhão. Em São Jerônimo da Serra, equipamentos rodoviários somam R$ 1,5 milhão. Em Rebouças e Rio Azul, foram destinados recursos para aquisição de britadores utilizados na manutenção das estradas municipais.

Para Curi, apoiar a estrutura das prefeituras é especialmente importante nos municípios pequenos, que possuem extensas malhas de estradas rurais e pouco equipamento próprio.

“Não adianta ter estrada se o município não consegue mantê-la. Uma retroescavadeira, uma motoniveladora ou um britador muitas vezes representa a diferença entre deixar uma estrada deteriorar e conseguir manter a produção circulando o ano inteiro”, diz.

Saneamento também é infraestrutura

O levantamento inclui ainda projetos de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

Em Andirá, por exemplo, foram destinados cerca de R$ 2,38 milhões para implantação de rede coletora de esgoto. Também aparecem projetos de saneamento rural em comunidades de Adrianópolis, Agudos do Sul e Almirante Tamandaré, além de poços artesianos e outras intervenções em municípios do interior.

Para Alexandre, infraestrutura não pode ser limitada às grandes rodovias.

“Quando se fala em infraestrutura, muita gente pensa apenas em grandes obras. Mas infraestrutura é também água tratada, esgoto, iluminação, rua pavimentada e acesso adequado até a comunidade rural”, afirma.

Economia da Assembleia virou asfalto nas cidades

Como dirigente da Assembleia Legislativa e, depois, presidente da Casa, Alexandre Curi também participou da construção de uma das maiores políticas de infraestrutura urbana do Paraná: o Asfalto Novo, Vida Nova.

O programa foi desenvolvido em parceria entre o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa, utilizando parte dos recursos economizados pelo Legislativo e devolvidos ao Executivo para financiar pavimentação, iluminação em LED e melhorias urbanas nos municípios.

Na primeira etapa, dos R$ 500 milhões previstos, R$ 200 milhões tiveram origem em recursos da Assembleia Legislativa, economizados do próprio orçamento da Casa e destinados ao programa.

Desde então, o Asfalto Novo, Vida Nova se transformou em uma das maiores frentes de urbanização do Estado, ultrapassando R$ 1 bilhão em investimentos já executados ou em andamento e chegando a milhares de ruas que antes conviviam com poeira e lama.

Para Curi, a iniciativa demonstra que economia na gestão pública pode se transformar diretamente em serviço para a população. “O dinheiro economizado todos os anos pela gestão eficiente da Assembleia volta ao Tesouro do Estado e se transforma em obras na cidade. E temos orgulho de participar do maior programa de pavimentação urbana da história do país, asfaltando toda a área urbana de todos os municípios paranaenses”

Assembleia ajudou a destravar a Ponte de Guaratuba

E obra mais emblemática deste século no Paraná também teve papel importante da Assembleia: a Ponte de Guaratuba.

Durante décadas, a Constituição Estadual previa que a construção deveria ser financiada exclusivamente pela cobrança de pedágio durante 15 anos. Na prática, a regra limitava as alternativas disponíveis ao Governo do Estado para tirar a obra do papel.

Em 2020, a Assembleia aprovou a PEC 1/2020, que alterou esse dispositivo e permitiu ao Estado adotar outras formas de contratação e financiamento. A proposta foi aprovada por unanimidade, com 51 votos favoráveis, abrindo caminho para uma nova modelagem da obra.

A mudança legislativa foi uma das etapas que permitiram ao Governo do Paraná avançar posteriormente com a contratação e execução da ponte, uma reivindicação histórica do Litoral.

Desde então, a Assembleia acompanhou de perto a execução do projeto e da obra, ajudou a solucionar os entraves jurídicos, como o do licenciamento ambiental, e fiscalizou todo o processo que culminou com a inauguração, em 2026, da Ponte da Vitória, aguardada por mais de 40 anos pela população do litoral paranaense.

Curi vai fazer

Nova Ferroeste será prioridade

No Senado, a escala muda.

A primeira grande prioridade apresentada no plano de mandato é a Nova Ferroeste, projeto que pretende criar um novo corredor ferroviário para o escoamento da produção paranaense.

Alexandre assume o compromisso de acompanhar licenciamento, modelagem, leilão e execução da ferrovia e cobrar do Governo Federal um cronograma para que o projeto avance.

No plano, a Nova Ferroeste é definida como a obra estruturante de maior impacto para o escoamento da produção do Paraná.

“Um estado que produz como o Paraná não pode depender quase exclusivamente do caminhão para levar sua produção ao porto. Precisamos de uma ferrovia moderna, integrada e competitiva”, afirma.

Portos de Paranaguá e Antonina

Outra prioridade é ampliar e modernizar o complexo portuário de Paranaguá e Antonina.

A proposta inclui novos terminais, melhores acessos rodoviários e ferroviários e cobrança por prazos definidos nos processos de licenciamento e arrendamento.

Curi defende que empreendimentos de infraestrutura logística considerados estratégicos para o país tenham análise com prazos previsíveis, sem redução das exigências técnicas e ambientais.

“O Paraná pode produzir cada vez mais, mas perde competitividade se a carga ficar parada antes de chegar ao navio. Ferrovia, rodovia e porto precisam funcionar como um único sistema logístico”, afirma.

Concessões: não basta assinar contrato, é preciso cobrar obra

A fiscalização das novas concessões rodoviárias será outra frente prioritária.

Com grande parte da malha federal do Paraná concedida à iniciativa privada, Curi entende que o papel de um senador passa a ser também fiscalizar o cumprimento dos contratos.

O plano prevê atuação junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e ao Ministério dos Transportes para acompanhar os cronogramas de duplicações, faixas adicionais, contornos, marginais e demais obras previstas.

Alexandre também defende sanções em caso de atrasos e fiscalização rigorosa de eventuais pedidos de reequilíbrio contratual, para impedir que mudanças nos contratos sirvam de justificativa para retirar obras originalmente previstas.

“Depois de tantos anos de uma experiência ruim com o antigo pedágio, o Paraná não pode repetir os mesmos erros. O contrato precisa ser cumprido e a obra prometida precisa chegar”, afirma.

Paraná precisa voltar aos trilhos

O plano dedica atenção especial ao transporte ferroviário.

Além da Nova Ferroeste, Alexandre defende uma solução para a Malha Sul, a retirada das linhas férreas do perímetro urbano de Curitiba e uma nova solução ferroviária metropolitana.

O objetivo é melhorar o transporte de cargas e, ao mesmo tempo, permitir novas alternativas de mobilidade de alta capacidade para Curitiba e Região Metropolitana.

Para o candidato, recuperar o protagonismo ferroviário também significa diminuir custos logísticos e reduzir a pressão sobre as rodovias.

“Não existe grande estado exportador no mundo que abra mão da ferrovia. O Paraná precisa voltar a pensar sua logística para as próximas décadas, e não apenas para o próximo ano”, diz.

Uma nova ligação com Mato Grosso do Sul

Outro compromisso é trabalhar pela construção da ponte entre Porto São José, no Paraná, e Taquarussu, no Mato Grosso do Sul.

A obra criaria uma nova ligação entre os dois estados e ampliaria os corredores para circulação de pessoas e escoamento da produção.

A proposta faz parte da estratégia de melhorar as conexões do Paraná com estados produtores do Centro-Oeste e fortalecer o corredor logístico até o Porto de Paranaguá.

Nova pista do Afonso Pena

O Aeroporto Internacional Afonso Pena também aparece entre as prioridades.

Curi pretende acompanhar a execução da nova pista até sua entrada em operação e cobrar o cumprimento das obrigações previstas na concessão.

Segundo o plano, a nova pista, com três mil metros, permitirá ampliar a capacidade do aeroporto para operações de longa distância e fortalecer Curitiba como polo logístico e de conexão internacional.

“A nova pista é uma discussão de décadas. Agora que a obra avançou para uma nova etapa, o papel do representante do Paraná é não deixar o projeto parar novamente”, afirma.

Obra federal terá acompanhamento público

Alexandre também propõe uma medida de fiscalização: publicar mensalmente o andamento dos principais investimentos federais destinados ao Paraná.

A ideia é permitir que a população acompanhe cronogramas, atrasos, recursos previstos e estágio de execução das obras.

Para Curi, o modelo será uma extensão da forma como afirma acompanhar investimentos estaduais e municipais.

“Obra pública não pode aparecer só na eleição. O paranaense precisa saber o que foi prometido, quanto custa, em que etapa está e quem é responsável por entregar”, afirma.

Brasília debatendo grandes obras no Paraná

Alexandre afirma que o objetivo no Senado será combinar a experiência de articulação com os municípios com a defesa dos grandes projetos estruturantes do Paraná.

“Conheço a realidade das cidades e sei o que uma rua asfaltada, uma estrada rural ou uma ponte representa para quem mora lá. Mas também sei que o Paraná precisa resolver os grandes gargalos que dependem de Brasília: ferrovia, porto, aeroporto e rodovias federais. Quero levar para o Senado a mesma lógica que sempre usei aqui: buscar o recurso, acompanhar a obra e cobrar a entrega.”

Para ele, infraestrutura sintetiza o conceito de “Menos Brasília, mais Paraná”.

“O Paraná produz, gera riqueza e ajuda o Brasil. O que queremos é que uma parte maior desses recursos volte em estrada, ferrovia, porto, saneamento e obras que façam o Estado continuar crescendo. É para isso que quero representar o Paraná no Senado”, conclui.


FONTE: ASSESSORIA ALEXANDRE CURI


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