BLOG DO MARCOS JUNIOR

 

A segurança pública é uma das áreas em que Alexandre Curi quer levar para o Senado a experiência acumulada no Paraná. Ao longo dos últimos anos, o mandato do deputado ajudou a viabilizar investimentos em delegacias, destacamentos policiais, viaturas, equipamentos para o Corpo de Bombeiros, monitoramento eletrônico e câmeras de segurança em diferentes regiões do Estado. Agora, candidato ao Senado, Curi propõe ampliar essa atuação em Brasília, com foco em temas que dependem diretamente da União: combate ao crime organizado, controle de fronteiras, redução da maioridade penal, financiamento nacional da segurança e fortalecimento das polícias e da perícia.

“Existem crimes que ultrapassam as divisas do Paraná e existem mudanças que somente o Congresso Nacional pode fazer. Quero ir ao Senado para ajudar o Paraná justamente onde o Estado sozinho não consegue chegar: na legislação penal, no combate às facções, na fronteira e na busca por mais recursos para a segurança”, afirma Curi. 

A base de investimentos reunida pelo mandato registra 55 ações em Segurança Pública e Defesa Civil, somando R$ 11,08 milhões em valores investidos

Entre os maiores investimentos viabilizados pelo mandato está a Delegacia Cidadã de Almirante Tamandaré, com R$ 4,59 milhões. Também foram disponibilizados, junto ao Governo do Estado, recursos para a reforma e ampliação do Destacamento da Polícia Militar de Antonina, no valor de R$ 643,9 mil, e para a construção de um destacamento policial em Guamiranga, com R$ 300 mil.

O mandato também ajudou a levar tecnologia para a segurança dos municípios. Irati teve R$ 900 mil destinados a câmeras de segurança, Terra Boa recebeu R$ 1 milhão para o mesmo fim e Paula Freitas contou com R$ 339 mil para equipamentos de monitoramento eletrônico.

Curi fez

Viaturas, equipamentos e apoio aos Bombeiros

Outra frente importante foi o reforço à estrutura das forças de segurança. A relação de investimentos inclui viaturas para Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros em diversos municípios, além de guinchos, veículos operacionais e equipamentos de proteção.

No Corpo de Bombeiros, Pitanga recebeu um conjunto de investimentos que soma mais de R$ 1 milhão, incluindo um desencarcerador a bateria, uma viatura de busca e salvamento e uma autoambulância. Também foram destinados kits de equipamentos de proteção individual para Santo Antônio da Platina e São Mateus do Sul.

Há ainda registros de viaturas e equipamentos em municípios como Antonina, Campo Mourão, Farol, Ivaiporã, Mauá da Serra, Paranaguá, Pitanga, São Mateus do Sul e Telêmaco Borba. Em Telêmaco Borba, Alexandre também apoiou a implantação da base da Polícia Científica e ações de fortalecimento das polícias Civil e Militar.

“Segurança pública se faz com policial valorizado, estrutura, tecnologia e presença do Estado. Foi assim que trabalhamos no Paraná e é essa lógica que quero levar para Brasília”, afirma Curi.

Leis para enfrentar o crime e proteger as vítimas

A atuação de Alexandre na área não ficou restrita à destinação de recursos. Nos últimos anos, o deputado apresentou ou subscreveu propostas voltadas à prevenção do crime, à proteção das vítimas e ao fortalecimento dos instrumentos disponíveis ao poder público.

É de sua autoria o Projeto de Lei 494/2025, que cria no Paraná um cadastro de pessoas condenadas por estupro. A iniciativa pretende permitir maior controle sobre condenados por crimes sexuais e servirá de referência para uma das propostas que Curi pretende defender no Senado: fazer funcionar efetivamente o cadastro nacional de condenados por crimes sexuais e tornar obrigatória sua consulta em determinadas contratações envolvendo contato direto com crianças e adolescentes.

Outra iniciativa é o Projeto de Lei 2/2024, do qual Alexandre é um dos autores, que estabelece multa para quem for flagrado consumindo drogas ilícitas em áreas e logradouros públicos. A proposta foi apresentada como uma medida adicional de preservação da ordem pública e de desestímulo ao consumo de drogas em espaços coletivos.

Curi também apresentou o Projeto de Lei 21/2026, voltado à prevenção de crimes cibernéticos praticados com uso de inteligência artificial contra crianças e adolescentes. A proposta foi incorporada a um projeto mais amplo, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, que cria uma política estadual de enfrentamento a golpes digitais e crimes cibernéticos e amplia a proteção para outros públicos vulneráveis, como idosos.

Outra frente envolve a proteção de crianças e adolescentes. O Projeto de Lei 598/2025 busca impedir a realização de eventos que promovam a sexualização infantil, enquanto o Projeto de Lei 43/2025 trata da exposição de alunos a conteúdos que façam apologia ao crime, às drogas ou à sexualização infantil. As duas iniciativas também aparecem no plano de mandato de Alexandre como parte de uma política mais ampla de proteção da infância no ambiente físico e digital.

Curi vai fazer

No plano de mandato para o Senado, a segurança pública ocupa um eixo próprio. O diagnóstico apresentado por Alexandre parte de uma constatação: tráfico de drogas, facções criminosas, contrabando e crimes cibernéticos atuam em redes que ultrapassam as divisas estaduais.

“O Paraná pode investir nas suas polícias, mas não consegue combater sozinho uma facção que opera em vários estados ou uma organização criminosa que atravessa a fronteira. É aí que Brasília precisa cumprir o seu papel”, afirma.

Maioridade Penal

No Senado, uma das posições que Curi pretende defender é a redução da maioridade penal para adolescentes envolvidos em crimes graves.

Para o candidato, a legislação precisa distinguir o adolescente envolvido em uma infração de menor potencial daquele que participa conscientemente de crimes violentos e de organizações criminosas.

“Não podemos aceitar que facções utilizem adolescentes de 16 ou 17 anos para matar, roubar ou atuar no tráfico contando com uma legislação mais branda. Quem pratica crime grave precisa responder de maneira compatível com a gravidade do que fez”, afirma.

Curi ressalta que o endurecimento da responsabilização deve caminhar ao lado de políticas de prevenção capazes de impedir que crianças e adolescentes sejam recrutados pelo crime organizado.

PEC da Segurança

O plano prevê atuação pela aprovação da PEC da Segurança Pública, com o objetivo de garantir financiamento mais estável ao Sistema Único de Segurança Pública, ao Fundo Nacional de Segurança Pública e ao Fundo Penitenciário Nacional. Curi defende que estados de fronteira, como o Paraná, tenham prioridade na distribuição desses recursos.

Ao mesmo tempo, o candidato defende preservar a autonomia dos estados e propõe uma mudança importante: permitir, por meio de lei complementar, que os estados possam legislar sobre questões específicas de direito penal e processual penal quando houver particularidades regionais.

“Não faz sentido imaginar que o crime funciona da mesma forma em todas as regiões do Brasil. Um estado de fronteira enfrenta desafios diferentes e precisa ter instrumentos para responder mais rapidamente”, afirma.

Combate às facções e reforço das fronteiras

Outro compromisso é endurecer a legislação contra organizações criminosas, com foco não apenas na prisão dos integrantes, mas também no ataque à estrutura financeira das facções, à lavagem de dinheiro e ao domínio territorial.

Curi também propõe ampliar o controle das fronteiras com uso de tecnologia, integração de bases de dados e cooperação com países vizinhos.

O candidato mantém posição contrária à descriminalização das drogas e defende combinar prevenção, tratamento da dependência química e repressão ao tráfico.

Uma das propostas mais específicas do plano é agravar a pena de criminosos que recrutem ou utilizem pessoas em situação de rua, dependentes químicos ou pessoas em situação de extrema vulnerabilidade para atuar no tráfico ou em outras atividades criminosas.

“Quem explora alguém que já está em situação extrema precisa receber uma resposta ainda mais dura do Estado”, diz Curi.

Mais perícia e menos impunidade

O plano também prevê o fortalecimento da perícia criminal e das carreiras policiais.

Alexandre afirma que pretende fiscalizar a aplicação da legislação que reforçou os critérios para prisão preventiva em casos de maior periculosidade e ampliou a coleta de material genético em crimes violentos, sexuais, hediondos e praticados por organizações criminosas armadas.

A proposta inclui defender recursos federais para equipar a perícia oficial e ampliar a capacidade de coleta e análise de provas.

“O policial faz a prisão na rua. Depois, o Estado precisa garantir investigação bem feita, prova bem colhida e aplicação correta da lei. Segurança também é reduzir a impunidade”, afirma.

Cadastro nacional de criminosos sexuais

Outra proposta leva para o plano nacional uma iniciativa já apresentada por Curi no Paraná.

O candidato pretende cobrar a implantação efetiva do cadastro nacional de condenados por crimes sexuais e propor que a consulta ao sistema seja obrigatória antes da contratação de profissionais para funções que envolvam contato direto com crianças e adolescentes, como escolas, creches, transporte escolar, esporte, saúde e assistência social.

“Quem violentou uma criança não pode ocupar uma função de confiança que o coloque novamente em contato direto com crianças”, afirma.

Contra a descriminalização das drogas

Alexandre também mantém posição contrária à descriminalização das drogas.

A proposta apresentada no plano é combinar repressão rigorosa ao tráfico, prevenção e tratamento da dependência química.

Para Curi, tratar o dependente e combater o traficante são ações complementares.

“Dependência química é um problema que exige saúde e acolhimento. Tráfico é crime e precisa de polícia, investigação e punição”, afirma.

Menos Brasília, mais segurança para o Paraná

Para Alexandre Curi, o papel de um senador na segurança pública deve ser complementar ao trabalho realizado pelo Estado e pelos municípios.

“Quero ir para Brasília para fazer o que o Paraná sozinho não consegue fazer: buscar mais recursos, fortalecer nossas fronteiras, enfrentar as facções, melhorar a legislação e dar mais estrutura para quem está na linha de frente. É menos Brasília decidindo de longe e mais Brasília ajudando o Paraná a proteger as pessoas”, conclui.



FONTE: ASSESSORIA


VEJA O SITE DO ALEXANDRE CURI: CLIQUE AQUI

Post a Comment

O que você achou desta matéria???

Postagem Anterior Próxima Postagem