Mais veículos para a frota de Sertaneja

O prefeito Jamison Donizete, juntamente com a Secretária de Saúde, Silvana, e o Secretário de Administração, Edson Lopes, entregaram mais três veículos para o atendimento na área da saúde. “É mais uma ação que estamos realizando para melhor atender a nossa população”, comenta o prefeito Jamison Donizete.



Em live, Secretário Carboni explica sobre segunda fase do Programa de Construção de Creches “INFÂNCIA FELIZ”

 

Ao lado do presidente da AMP (Associação dos Municípios do Paraná), secretário-geral da CNM (Confederação Nacional de Municípios) e prefeito de Santa Cecília do Pavão, Edimar Santos, o secretário estadual do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, e sua equipe forneceram todas as informações sobre a etapa 2 da construção das creches “Infância Feliz Paraná”.

O “Infância Feliz Paraná” objetiva possibilitar a construção de creches para atender crianças de zero a três anos em situação de vulnerabilidade social e assistidas pelos programas sociais de transferência de renda. 262 municípios foram elencados para receber as unidades das creches do programa. O repasse dos recursos é na modalidade fundo a fundo.

A SEDEF já repassou a primeira parcela dos recursos, relativa à primeira fase. Brevemente, a plataforma da Paraná Cidades será utilizada como ambiente para receber documentos e projetos das prefeituras. Agora, os municípios precisam ficar atentos às novas orientações da SEDEF. Todas as informações sobre o programa estarão disponíveis no site da SEDEF: https://www.desenvolvimentosocial.pr.gov.br/Pagina/Informes-e-Editais. O WhatsApp da secretaria para o esclarecimento de dúvidas é: 41987479399.



“Parabéns ao governador Carlos Massa Ratinho Junior e ao secretário Carboni pela iniciativa”, disse o presidente Edimar. Carboni agradeceu ao presidente Edimar e aos prefeitos  e prefeitas pelo apoio. “Obrigado ao presidente Edimar pelo apoio, que é  fundamental  para o sucesso do programa”, disse.

CRECHES

O programa contempla a construção de 300 creches no Estado para atender crianças de 0 a 3 anos. Com investimento de R$ 391,4 milhões, é o maior pacote da história voltado à infraestrutura de educação infantil do Paraná e o maior do País, com a previsão de atender entre 10.200 e 13.800 crianças.

Os recursos são fruto de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e Família e a Casa Civil, com aporte do Tesouro Estadual, do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA) e da Assembleia Legislativa do Paraná.



FONTE: AMP

Quartel dos Bombeiros de Beltrão será ampliado

A sede do 10º Grupamento de Bombeiros de Francisco Beltrão, localizada no bairro Cristo Rei, receberá investimentos de R$ 3 milhões e será duplicada, com mais 1.044 m2 de construção. Os recursos são da prefeitura, por meio do Funrebom (Fundo de Reequipamento do Corpo de Bombeiros Militar). 

       O projeto arquitetônico está pronto e foi apresentado ao prefeito Cleber Fontana nesta quinta-feira (18) pelo comandante da corporação, Tenente-Coronel Heitor Soster, e pela arquiteta Pâmela Pawlak. Na sequência serão elaborados os projetos complementares para o lançamento da licitação da obra. Todo este processo deve estar concluído até o final deste ano. 

       “O Corpo de Bombeiros de Francisco Beltrão é exemplo para o Brasil e realiza um trabalho reconhecido por toda a comunidade regional. É importante manter os investimentos de forma frequente na estrutura devido ao constante aumento de contingente, de equipamentos e viaturas”, comenta o prefeito Cleber. 

       O comandante Heitor Soster explica que a ampliação será realizada nos dois pavimentos do prédio principal e na estrutura que abriga as viaturas. “Vamos ampliar principalmente os alojamentos e vestiários, priorizando espaços exclusivos para  Bombeiros femininos. Isso atenderá a demanda para o aumento do efetivo e de viaturas para a nossa unidade”, relata o Coronel. As edificações da corporação possuem hoje 1.260 m2 e com a ampliação chegarão a 2.304 m2.

Estado define estratégias com municípios para aumentar cobertura vacinal

 

O Governo do Estado firmou nesta quinta-feira (18) uma força-tarefa com os municípios para aumentar as coberturas vacinais de imunizantes que fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação. A estratégia foi apresentada e pactuada durante reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). Com a campanha "Proteja seu filho em cada fase da vida", o foco prioritário do movimento será para crianças e adolescentes, com imunização direcionada para as vacinas Influenza, Pentavalente, DTP, Pneumocócica 10 e Poliomielite, que estão com baixa adesão no Estado.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, César Neves, a mobilização dos municípios é fundamental para evitar agravos na rede de saúde do Paraná. Ainda, a força-tarefa envolverá uma parceria entre as secretarias estaduais da Saúde (Sesa) e da Educação (Seed) para incluir pontos de vacinação nas escolas estaduais e reforçar a vacinação atualizada na volta às aulas deste ano letivo. Os detalhes dessa operação estão sendo trabalhados entre as secretarias e devem ser divulgados nos próximos dias.

"Todos os dias, nossas equipes vislumbram as taxas vacinais e vamos acompanhando, no decorrer, os focos de maior fragilidade. Estamos entrando na época mais fria do ano e temos mais de 1.800 salas de vacinação espalhadas pelos municípios para garantir que nossa população esteja protegida”, disse o secretário.

“Para além da proteção coletiva, esse também é um momento importante, uma virada de chave, para que a rede hospitalar se mantenha equilibrada, sem superlotações por doenças que são preveníveis. Seguiremos trabalhando com os municípios para conscientizar os paranaenses da importância do ato vacinal", acrescentou.

Além de sugerir a ampliação do horário de vacinação nos postos de saúde, incluindo fins de semana, o Estado destacou a importância dos gestores municipais realizarem o Monitoramento das Estratégias de Vacinação (MEV). O objetivo é promover a busca ativa de cidadãos não vacinados, mapeando riscos e identificando territórios suscetíveis à reintrodução de doenças evitáveis.

"Esse é um momento importante de pactuação bipartite entre a Sesa e os municípios, que visa garantir e promover ainda mais acesso à saúde da nossa população paranaense”, afirmou o presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Fábio de Mello. “Sabemos de todos os esforços já realizados pela promoção da saúde e certamente podemos fazer ainda mais para organizar novas estratégias e levar mais vacinas aos braços do paranaenses, em especial das crianças e adolescentes, nesse momento sazonal das síndromes respiratórias".

Segundo a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), o Paraná registrou, até junho deste ano, 84,80% de cobertura vacinal da Pentavalente, 80,82% da DTP, 80,75% da Pneumocócica 10 Valente, 82,33% da Pneumocócica 10 reforço, 84,33% da Vacina Inativada Poliomielite (VIP) e 81,04% da Vacina Oral de Poliomielite (VOP). Para todas essas vacinas a meta de cobertura é de 95%.

As vacinas Hepatite B, Meningocócica C, Meningocócica ACWY, Tríplice Viral (SCR), Varicela, Hepatite A, Febre Amarela, Rotavírus, HPV e Covid-19 também estão disponíveis no calendário de vacinação.

Já em relação à Influenza, o Paraná registrou, até o dia 15 deste mês, um total de 2.489.279 doses aplicadas, o que representa cerca de 60% do estoque de imunizantes do Estado. A vacinação está disponível para toda a população acima dos seis meses de idade. Até o momento, apenas 45% dos grupos prioritários da influenza, formado por gestantes, puérperas, idosos, crianças e povos indígenas, receberam a vacina.

SRAG – Uma das grandes preocupações pela baixa adesão aos imunizantes se dá pela Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), condição que abrange casos de síndrome gripal (SG) onde existe comprometimento da função respiratória, levando os pacientes, na maior parte dos casos, à hospitalização.

O Paraná não decretou Estado de Emergência para SRAG, mas os números têm expandido nos últimos meses. Até o momento, o Estado soma 12.590 casos e 867 óbitos neste ano, com um aumento de mais de 41%, se comparado com o informe mensal de junho, quando o Estado somava 8.854 casos e 613 mortes.

"É um momento de união em prol do bem coletivo mais importante que temos, a saúde. As vacinas são seguras e passam por um rigoroso processo de validação, justamente para que não haja riscos. Temos imunizantes disponíveis e muita vontade. É hora de vacinar", afirmou César Neves.



FONTE: AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

Pedro Lupion questiona Ministério da Justiça sobre invasões de Terra em Guaíra e Terra Rôxa

 

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) oficiou o Ministério da Justiça e Segurança Pública, na figura do ministro Ricardo Lewandovski, para que explique as providências da pasta para as invasões de terra ocorridas no oeste do Paraná e em quatro municípios do Mato Grosso do Sul.


Em todos os casos, os invasores se dizem indígenas , sob argumento de que as propriedades privadas invadidas ilegalmente seriam "terras tradicionalmente ocupadas por indígenas".


Desde a sanção da Lei 14.701/2023, do Marco Temporal de Terras, os conflitos entre supostos indígenas e proprietários de terra têm se intensificado. Nos dois estados, foram regustrados ccasos de descumprimento da lei vigente, que prevê demarcação somente após pagamento de indenização por terra nua e benfeitorias.


No ofício, o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), lembra que, especificamente no oeste do Paraná, além da lei, "há decisões judiciais que reconhecem a nulidade do procedimento demarcatório, bem como a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pontua a impossibilidade de turbação, muito menos de esbulho, das propriedades da região"


Instituições


A FPA cobra providências sobre as denúncias de invasões no oeste do Paraná - municípios de Guaíra, Terra Rôxa e Altonina - e do Mato Grosso do Sul - cidades de Dourados, Douradinha, Caarapó e Aquidauana.


"Essas são informações de extrema importância para se ter a certeza de que a Lei do Marco Temporal, aprovada pelo Congresso Nacional, está sendo cumprida", reafirma Lupion.


Em vídeo em suas redes sociais, o deputado disse que serão acionadas, no Parlamento, as Comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados.


"Em ambas, haverá requerimentos para que o ministro Lewandovski explique a situação, e até mesmo a votação de uma proposta de fiscalização e controle. Queremos saber as providências tomadas pelo ministério, para garantir o direito de propriedade e o cumprimento da legislação vigente e da decisão do pleno do STF. O direito de propriedade precisa ser respeitado", finalizou o presidente da FPA.



FONTE: ASSESSORIA

Obra do Ecopark Santa Felicidade avança e já está 60% concluída

 

O Ecopark  Sul, no bairro Santa Felicidade em Cascavel, já está com 60% das obras concluídas. Todo o complexo do novo Ecopark terá uma área total de 105.306,18 m², desde a Rua Cabo Fidélis até a Rua Elias Maximiliano, no Bairro Santa Felicidade. O investimento é de R$ 22.349.861,15.


Na área de lazer e preservação ambiental a população poderá desfrutar de parquinhos, academia ao ar livre, parcão, paraciclo, ciclovia , pista de caminhada com 1,2 mil metros de extensão e muito mais.


O parque também terá o Centro de Convivência Intergeracional (CCI), que contará com uma área de 827 metros quadrados. O espaço proporcionará atividades e interações entre pessoas de diferentes idades, promovendo a integração da comunidade local. Esta será a quarta unidade do CCI, as demais estão localizadas no bairros 14 de Novembro, Cascavel Velho e Morumbi. 


Todas as regiões de Cascavel terão ecopark , pois além da unidade do bairro Morumbi, cujas obras de ampliação já foram concluídas, também no bairro Floresta, o Município está investindo na implantação de um Ecopark. O investimento será de R$ 13,5 milhões. A obra faz parte do Programa Avançar Mais 3 - PDU/Fonplata.


O Ecopark Norte será uma importante área de preservação ambiental e lazer para a cidade. Com 162 mil metros quadrados de extensão, terá ciclovia, pórticos de entrada, pista de caminhadas, parquinho infantil, parcão, campo sintético, sanitários, recuperação da da margem do córrego, entre outros atrativos.


Assim, Cascavel passará a contar com  quatro Ecoparks: Morumbi, Santa Felicidade, Floresta e Santa Cruz. Áreas antes degradadas, abandonadas que eram motivo de preocupação para a população por serem usadas como depósitos irregulares de lixo  e entulho, agora revitalizadas transformam-se em importantes áreas de convívio para a população.






FETEXAS começa nesta quinta-feira com expectativa de grande público

O Centro de Eventos Prefeito José Antônio de Oliveira em Jacarezinho já está pronto para receber a 29ª FETEXAS que inicia nesta quinta-feira, 18. A expectativa é de um grande público de todo o Norte Pioneiro e Sudoeste Paulista.

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O público presente poderá acompanhar o show de Ana Castela (quinta-feira, 18), Kamisa10 e Péricles (sexta-feira, 19), Eduardo Costa (sábado, 20) e Hugo e Guilherme (domingo, 21). Além de rodeio, praça de alimentação e eventos técnicos.

 

A tradicional feira teve início no último sábado, 13 de julho, com a Missa Texana na Catedral Diocesana e no período da noite com a escolha da Rainha (em três categorias) na AABB. No domingo, 14, pelas ruas da cidade aconteceu a Cavalgada.

 

Outro ponto que a FETEXAS tem como objetivo é dar visibilidade aos músicos locais para se apresentarem no Palco Alternativo. Com a realização é da Associação de Eventos Culturais de Jacarezinho com o apoio da Prefeitura Municipal de Jacarezinho, Secretaria de Educação, Cultura e Esportes / Departamento de Cultura.

Abacaxi orgânico é aposta de produtores do Norte Pioneiro

 

O cultivo de abacaxi chegou à região de Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro, há dez anos, quando os profissionais do IDR-Paraná incentivaram o plantio da fruta como alternativa para diversificar a produção dos agricultores familiares. Atualmente, 120 agricultores mantêm cultivos de abacaxi e abastecem o mercado regional, além de vender para alguns compradores de São Paulo.

Recentemente, um grupo de fruticultores passou a adotar o cultivo orgânico. Com a orientação do IDR-Paraná eles implantaram a tecnologia do mulching, plantio em canteiros cobertos com plástico. Com isso, conseguiram diminuir o tempo de desenvolvimento dos frutos. O clima e o solo da região também colaboram para que os abacaxis tenham um alto teor de açúcar, despertando o interesse do mercado consumidor.

Fábio Roberto Dariva, produtor de Cambará, conheceu o plantio de abacaxi por meio de uma excursão promovida pelos extensionistas do IDR-Paraná. Ele visitou propriedades em Santa Isabel do Ivaí, no Noroeste, para ver de perto como o cultivo se comportava. Dariva fez o primeiro plantio em sua propriedade em 2016, quando não se produzia abacaxi no município. Até então a fruta consumida vinha de fora, mesmo tendo pouca qualidade. “Aqui a gente aprimorou a produção. O abacaxi tem mais sabor. É colhido no tempo certo”, contou o produtor.

No ano passado ele plantou dois hectares com abacaxi e colheu 35 mil frutos. A produção foi vendida para supermercados e pontos comerciais da região, além de atender algumas indústrias de polpa.

Na propriedade de Amanda Panich, em Jacarezinho (Norte Pioneiro), a pecuária de corte e a produção de bezerros são o principal negócio. Mas há um ano e meio ela conheceu o cultivo orgânico de abacaxi, durante uma palestra promovida pelo IDR-Paraná. A produtora decidiu então arriscar na fruticultura e plantou 7 mil pés de abacaxi, em uma área de 3.200 metros quadrados. Amanda já colheu três mil frutos e aguarda nova produção. Ela acredita que deve colher um total de seis mil frutos.

Os abacaxis são vendidos diretamente para alguns clientes e também para mercados da região. “A satisfação de poder levar um produto de qualidade para o cliente não tem preço, tem valor”, ressaltou. A produtora acrescentou que a assistência técnica dos profissionais do IDR-Paraná tem sido fundamental nesse trabalho. “Sem eles eu não teria conseguido nada. Eles me ajudaram desde a colheita das amostras de solo, todas as orientações técnicas de adubação, as recomendações, até a forma de plantio e cultivo”.

NOVO MODELO – Para o gerente regional do IDR-Paraná em Santo Antônio da Platina, Maurício Castro Alves, implantar a produção de abacaxi foi um verdadeiro desafio para os extensionistas da região. “Dez anos atrás não existia abacaxi aqui. Em uma década saímos de 15 para 100 hectares”, afirmou. Para tanto, o IDR-Paraná investiu na capacitação dos produtores e extensionistas. Além de dar orientação aos produtores, os profissionais do Instituto implantaram um novo modelo de cultivo de abacaxi, voltado às necessidades da região.

“O que é diferente, da nossa para outras regiões produtoras de abacaxi, é o modelo e a tecnologia que nós adotamos”, disse. “Primeiro é um modelo adaptado para a agricultura familiar que é o cultivo no mulching, com irrigação, fertirrigação e áreas pequenas, bem cuidadas. E segundo, os cultivos são conduzidos no sistema orgânico. O que a gente quer com isso é mostrar que a cultura do abacaxi orgânico é viável na região. É um novo modelo de produção de abacaxi para o Paraná”.

MULCHING – Antonio Carlos Rossin, do IDR-Paraná de Cambará, explicou que para cultivar o abacaxi no mulching são feitos canteiros de 30 cm de altura e é observada uma distância de 1,10 m entre os canteiros. Em seguida os canteiros são cobertos com plástico e são instaladas as fitas de gotejo para irrigar e levar adubação até as plantas. Ele acrescentou que o produtor tem maior rentabilidade, já que os frutos cultivados nesse sistema são maiores. O peso fica entre 1,8 kg e 3 kg, garantindo melhor preço no mercado.

A colheita dos plantios no mulching também é antecipada em dois a três meses. “O produtor ainda consegue fazer o controle das ervas daninhas, diminui o custo de produção e mantém a umidade no canteiro”, acrescentou Rossin. Nesse sistema todos os insumos usados no cultivo são biológicos, sem qualquer aplicação de herbicidas, inseticidas ou fungicidas químicos. Pequenas áreas, de 4 mil metros quadrados, podem gerar uma renda de até R$ 80 mil por safra.

A região de Santo Antônio da Platina conta atualmente com 150 mil pés de abacaxi conduzidos no sistema orgânico. A produção é colhida durante o verão, quando os frutos estão mais doces e são vendidos pelo produtor a um preço médio de R$ 10, contra R$ 7 dos frutos convencionais.

AGROINDUSTRIALIZAÇÃO – De olho no mercado e com o objetivo de aumentar a rentabilidade dos cultivos de abacaxi da região, os agricultores estão planejando investir na agroindustrialização da fruta. Em 2009 foi criada a Associação dos Agricultores de Produtos Orgânicos de Ribeirão Claro que, tão logo tenha volume de produção, vai beneficiar a polpa de abacaxi.

Marina Paschoal Lima, do IDR-Paraná de Jacarezinho, uma das extensionistas que presta assistência técnica aos produtores da região, lembra que além dos produtores tradicionais o abacaxi pode ser uma alternativa para os jovens. “É uma atividade que tem garantido a sucessão familiar nas propriedades. O abacaxi pode ser explorado em pequenas áreas e ainda permite que o produtor tenha outros trabalhos. O abacaxi não requer manejo diário. O agricultor pode passar na lavoura uma ou duas vezes por semana e conciliar com outro trabalho”, explicou.

Ela acrescentou ainda que o IDR-Paraná mantém, em parceria com produtores, áreas de pesquisa na região. O objetivo é cultivar variedades diferentes de abacaxi para produzir mudas e indicar as mais adequadas para os interessados. “A gente observa o desenvolvimento das variedades de acordo com as condições climáticas, o tamanho do fruto e a doçura”, disse.

A totalidade do abacaxi plantado na região é da variedade havaí, mas estão sendo testadas a rubi e a esmeralda, a partir de mudas provenientes da Universidade do Mato Grosso. A vantagem dessas duas novas variedades é que elas têm resistência ao fusarium, fungo que pode atacar os plantios.


FONTE: AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

Handebol feminino de Uraí nas semifinais da fase final dos Jogos Escolares


O Colégio Cívico Militar P. Paulo M Machado de Uraí já está garantido entre as quatro melhores equipes do handebol feminino de 12 a 14 anos na fase final da 70ª edição dos Jogos Escolares do Paraná (JEPS) que acontece em Campo Mourão. A semifinal acontecerá no Ginásio de Esportes do Colégio Estadual Cívico Militar Marechal Rondon contra o Colégio Estadual CM Anita Garibaldi de Jardim Alegre.

 

Pelo grupo E da competição a equipe obteve vitória na primeira fase contra o Colégio Estadual Mariano Paganoto de Foz do Iguaçu (22x18) e uma derrota por 17x16 para o Colégio Estadual Humberto Campos de Santo Antônio do Sudoeste. Nas quartas de finais vitória sobre o Colégio Imperatriz Don Leopoldina de Guarapuava (14x7).

 

Mas para chegar até esse momento, a caminhada iniciou no dia 18 de maio na Escola Municipal Princesa Isabel na fase regional que aconteceu na cidade de Assaí. Vitórias sobre o Colégio Estadual Paulinia P. Borsari de Rancho Alegre (25x8) e Colégio do Campo São Jorge de São Jerônimo da Serra (28x0).

 

Com o título, garantiu vaga na fase macrorregional, que aconteceu na cidade de Cambará, com os campeões dos Núcleos Regionais de Educação de Jacarezinho, Ibaiti, Cornélio Procópio e Wenceslau Braz. Pelo caminho vitórias sobre o CCM Ruth M Correa de Ribeirão do Pinhal (19x10) e Colégio Estadual Cívico Militar Newton Sampaio de São José da Boa Vista (28x3).

 

Um dos mais tradicionais eventos esportivos promovido pelo Governo do Estado, os Jeps reúnem atletas de 12 a 17 anos, alunos de escolas estaduais, municipais e particulares em disputas de futsal, atletismo, basquetebol, voleibol, handebol, tênis de mesa e xadrez (além de badminton, ciclismo, ginástica rítmica, judô, karatê, natação, taekwondo, tênis, vôlei de praia e golf7, disputados apenas nas fases finais).



FOTO ENVIADA PELA EQUIPE DE URAÍ

FETEXAS de Jacarezinho já tem Rainhas definidas



Na noite do último sábado, 13, foi realizada a escolha das Rainhas da edição da FETEXAS 2024. Com um bom público, foram definidas as representantes da beleza da festa nas categorias: “Teen”, “Infantil” e “Principal”.

 


 

Na categoria Teen a rainha foi ‘Manuela’ tenho como 1ª princesa Maria Vitória e 2ª princesa Marcela Castro.

 



Na categoria infantil a Rainha foi Maria Alice, a 1ª princesa Luna Castilho e a 2ª princesa Maitê.

 


Na categoria principal com o título de rainha ficou Lívia Mendes. Tendo como 1ª princesa Vitória Avelino Sarti e 2ª princesa Hiasmin Sabino.





CRÉDITO DAS FOTOS: ORGANIZAÇÃO DA FETEXAS





Vôlei feminino de Santo Antônio da Platina já está entre as quatro melhores do Paraná


O Colégio Casucha de Santo Antônio da Platina já está entre as melhores equipes do Estado do Paraná no voleibol feminino de 12 a 14 anos. A equipe disputa a fase final da 70ª edição dos Jogos Escolares do Paraná (JEPS) que acontece em Campo Mourão. A semifinal acontecerá às 8h30 no Ginásio de Esportes Horley Casali contra o Colégio Cecília Meireles de Palotina.

 

A equipe na fase final estreou com uma derrota para o Colégio Anjos Custódios de Marialva por 2x0. Ainda dentro do grupo A da competição, vitória sobre o Colégio Adventista de Campo Mourão. Na manhã desta terça-feira, 16, a equipe venceu a Escola Estadual Francisco Inácio de Oliveira de Tomazina por 2x0.

 

Mas para chegar até este momento, a caminhada iniciou no dia 04 de maio na fase regional que foi disputada na quadra do Instituto Federal de Jacarezinho. A equipe venceu o Colégio Estadual João M da Silveira de Quatiguá (2x0), Colégio Estadual Miguel Dias de Joaquim Távora (2x0), Escola Estadual João da R. Chueiri de Ribeirão Claro (3x0) e a Escola ECEL Nova Geração de Andirá (3x0).

 

Com o título, garantiu vaga na fase macrorregional, que aconteceu na cidade de Cambará, com os campeões dos Núcleos Regionais de Educação de Jacarezinho, Ibaiti, Cornélio Procópio e Wenceslau Braz. Pelo caminho vitórias sobre Escola Estadual Francisco Inácio de Oliveira de Tomazina (2x1), Colégio Com Bosco de Jaguariaíva (2x0), Colégio Nossa Senhora das Graças de Cambará (2x0) e Colégio Franciscano Santa Isabel de Bandeirantes (2x1).

 

Um dos mais tradicionais eventos esportivos promovido pelo Governo do Estado, os Jeps reúnem atletas de 12 a 17 anos, alunos de escolas estaduais, municipais e particulares em disputas de futsal, atletismo, basquetebol, voleibol, handebol, tênis de mesa e xadrez (além de badminton, ciclismo, ginástica rítmica, judô, karatê, natação, taekwondo, tênis, vôlei de praia e golf7, disputados apenas nas fases finais).



FOTO ENVIADA PELA EQUIPE

Moacyr Fadel reafirma compromisso com a defesa da cadeia produtiva do leite

 

No dia dedicado a celebrar os produtores de leite brasileiros, o deputado estadual Moacyr Fadel (PSD) reafirmou seu compromisso na defesa de políticas públicas de incentivo à cadeia produtiva leiteira. Natural de Castro, a Capital Nacional do Leite, o parlamentar destacou a garra e a determinação dos produtores que, menos diante das adversidades, mantêm a produção com excelência.

“Hoje celebramos a garra e a determinação desses homens e mulheres que se dedicam à produção de leite. Os últimos anos não tem sido fáceis para o setor leiteiro, mas é graças ao trabalho desses produtores que a nossa população continua consumindo leite brasileiro de qualidade”.

O descontrole nas importações de leite nos últimos anos impactou diretamente o mercado brasileiro. O excesso de produto no mercado pressionou o preço do litro do leite pago ao produtor, que em muitos períodos, não foi suficiente nem para cobrir os custos da produção.

“É primordial a criação de uma política de estado de proteção do produto nacional e de valorização dos nossos produtores. O leite tem papel central na renda de muitas propriedades, especialmente nas de pequeno porte, e na economia de muitos municípios”.

Capital do Leite

Com o título de município com a maior produção de leite do País, Castro produziu em 2023 468 milhões de litros, que representou um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 1.194 bilhões. Ainda nos Campos Gerais, Carambeí também é destaque em produtividade com R$ 271 milhões de litros de leite e um VBP de R$ 692 milhões. Na sequência, Arapoti produziu R$ 115 milhões de litros e somou R$ 293 milhões de VBP.

“A história dos Campos Gerais e o início da produção de leite na região se misturam. Esses resultados de hoje são frutos da junção da técnica, da modernização da produção, da genética dos animais e, acima de tudo, do trabalho de quem está de domingo a domingo na ordenha e no cuidado com o rebanho”.

Comemoração

O Dia Nacional do Produtor de Leite em 12 de julho foi instituído pelo Congresso Nacional com a aprovação da lei federal nº 14.870/2024. Além de valorizar o produtor de leite brasileiro, a data tem como objetivo incentivar o consumo de leite e seus derivados. 



FONTE: ASSESSORIA

Romanelli propõe Fundo Municipal de Transportes para custear Tarifa Zero

 

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSD) propôs nesta segunda-feira (15), a criação de fundos municipais de transportes para custear a implantação da tarifa zero: a gratuidade no uso do sistema de transporte urbano nas cidades brasileiras. "Curitiba, por exemplo, tem um custo mensal de RS 80 milhões por mês, conforme apurado pela Câmara de Vereadores, e, segundo IBGE, a cidade tem um estoque de 873 mil trabalhadores com carteira assinada. Com o fundo, o empregador pode contribuir com R$ 100 por mês para cada colaborador contratado pela CLT e teremos uma receita mensal de R$ 87 milhões, suficiente para cobrir as despesas", explica Romanelli.

Atualmente a tarifa técnica do transporte na capital paranaense, segundo o deputado, é de R$ 7,20 e o usuário paga R$ 6,00. "A diferença é bancada por subsídios do município e do Estado, que passam de R$ 200 milhões por ano. "Hoje, para um salário de R$ 2,5 mil, o empregador paga R$ 150 de vale transporte e desconta outros R$ 150 no salário do trabalhador que toma o ônibus duas vezes para ir e voltar ao trabalho em 25 dias do mês", pondera.

"Nesta situação, se houver uma contribuição única de R$ 100 para o Fundo, o empresário economiza R$ 50 e o trabalhador não terá nenhum gasto ou desconto no salário", completa.

Pauta de trabalho

Romanelli lembra que há mais de cinco anos que a Tarifa Zero no transporte público faz parte da sua agenda de trabalho na Assembleia Legislativa. "Em 2018, com o Instituto Brasileiro de Transportes (IBT), fizemos a primeira audiência pública para debater alternativas para o transporte público gratuito", disse.

Desde então, disse o deputado, o tema ganhou corpo e é uma pauta de destaque nas eleições municipais de outubro. Hoje, 101 cidades brasileiras implantaram a tarifa zero e 13 delas são do Paraná:  Antonina (18.091 moradores), Carambeí (23.283), Cianorte (79.527), Clevelândia (15.070), Ibaiti (28.830), Itaperuçu (31.217), Ivaiporã (32.820), Matinhos (39.259), Paranaguá (146 mil), Pitanga (33.567), Quatro Barras (24.191), Rio Branco do Sul (37.558) e Wenceslau Braz (19.188).

A população paranaense atendida pela gratuidade chega próximo a 500 mil moradores e no país, esse número alcança cinco milhões de pessoas. "A tarifa zero com a criação do fundo municipal substitui um modelo ultrapassado, que padece de fadiga de material. Hoje, os subsídios estaduais e municipais evitam o colapso total".

Arcabouço legal

Na equação tarifa+fundo, aponta Romanelli, os subsídios oficiais podem ser reduzidos ou usados para ampliar o sistema. "Ao mesmo tempo, o fim do desconto no salário do trabalhador representa a injeção de R$ 130 milhões na economia, no caso de Curitiba".

Em paralelo, diz ainda o deputado, a gratuidade pode receber receitas previstas em outras normas legais e administrativas. A mobilidade urbana é objeto de pelo menos 17 leis, decretos e atos municipais, estaduais ou federal.

Outro aspecto importante: a implantação da tarifa zero não é só uma questão econômica. "Trata-se de uma política pública essencial, como saúde e educação, e que também precisa se conectar com as exigências do desenvolvimento sustentável", disse Romanelli.

Benefícios

Um exemplo é a utilização do ônibus que pode tirar até 50 veículos da rua. "Isso significa menos poluição sonora e emissões de gases que provocam o efeito estufa, o aquecimento global e desastres naturais cada vez mais severos", explica.

"A tarifa zero requer um debate amplo, mas seu benefício ao conjunto da sociedade é enorme. É uma quebra de paradigma. Uma utopia possível, que tem capacidade de tornar muito melhor a qualidade de vida nas cidades, agora e no futuro", completa Romanelli.



FONTE: ASSESSORIA

Tercilio Turini destaca a volta do atendimento dos cartórios distritais na área urbana

 

Os sete cartórios distritais em breve vão voltar a atender na área urbana de Londrina, facilitando o acesso da população aos serviços. O deputado estadual Tercilio Turini (MDB) participou diretamente da articulação para regularizar a situação dos cartórios, que deixaram de funcionar na cidade em julho do ano passado, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), e tiveram de retornar aos distritos.

"É uma boa notícia para Londrina, as pessoas estavam com dificuldades para se deslocar em busca de certidões e outros documentos expedidos em cartórios. A volta do atendimento amplia a possibilidade de escolha, o cidadão vai procurar as opções mais próximas e que ofereçam os melhores serviços", comentou Tercilio Turini.

O projeto de lei regulamentando o funcionamento dos sete cartórios distritais, de autoria do Tribunal de Justiça do Paraná, foi aprovado no dia 15, pela Assembleia Legislativa e agora segue para sanção do governador Ratinho Junior. "A expectativa é que os cartórios distritais retomem o funcionamento rapidamente, respeitando as áreas delimitadas pela legislação formulada pelo Tribunal de Justiça. Agradecemos ao presidente e demais desembargadores do Tribunal, deputados favoráveis e todas as lideranças que se empenharam em regularizar os cartórios distritais", destacou Tercilio Turini. 

"Muita gente reclamava das dificuldades. Quem mora na Região Norte, por exemplo, precisava ir longe quando precisava dos serviços de cartórios. O distrital que funcionou na Avenida Saul Elkind teve de voltar ao local de origem. Isso aconteceu em outras regiões da cidade. Agora o funcionamento será retomado na área urbana e esperamos que os serviços atendam às necessidades dos londrinenses", disse o deputado estadual, lembrando das diversas reuniões com representantes do Tribunal de Justiça.

Os cartórios de São Luiz, Guaravera, Lerroville, Irerê, Paiquerè, Maravilha e Warta estavam restritos, nos últimos 12 meses, ao atendimento nos distritos. "O número de moradores na zona rural diminuiu muito nas últimas décadas, enquanto cresceu bastante na área urbana. Não tinha mais sentido restringir os cartórios aos distritos enquanto na cidade a demanda pelos serviços é muito grande", enfatizou Tercilio Turini.


FONTE: ASSESSORIA

Projeto garante fornecimento gratuito de medicamentos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e TDAH

 

A deputada estadual Flávia Francischini (União Brasil) apresentou na Assembleia Legislativa do Paraná o projeto de lei 432/2024, que estabelece diretrizes para a atenção a saúde das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e/ou do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

O texto determina que será disponibilizado o fornecimento gratuito dos medicamentos Metilfenidato e Risperidona, em suas diversas formulações, de curta ou longa duração, para as pessoas mencionadas no caput, em toda a rede de saúde pública e na rede privada conveniada ao Sistema Único de Saúde - SUS.

A matéria também prevê que, além do atendimento médico  e  medicamentoso,  a  política  de  atenção  tem  como  objetivo  viabilizar  o atendimento multidisciplinar das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e/ou do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) nas áreas de Fonoaudiologia; Psicoterapia; Terapia Ocupacional; e Psicomotricidade.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) já fornece gratuitamente alguns medicamentos para essas condições em suas diversas formulações, tanto na rede pública quanto na rede privada conveniada. Contudo, essa distribuição é baseada em uma regulamentação, não em uma lei, o que significa que pode ser descontinuada a qualquer momento. Com a nova proposta da deputada Flávia Francischini, o fornecimento desses medicamentos será garantido por lei no estado do Paraná, assegurando a continuidade do tratamento.

A deputada e sua equipe jurídica entendem que pessoas com TEA e TDAH enfrentam desafios significativos, como hiperatividade, dificuldade de concentração e sensibilidade auditiva e visual. "Estamos recebendo muitas demandas e entendemos a urgência dessa questão. Nosso objetivo é garantir maior acesso a tratamentos medicamentosos e terapêuticos, ampliando as possibilidades de inclusão e bem-estar para todos," afirma Flávia Francischini.

O projeto de lei estabelece diretrizes para a atenção à saúde das pessoas com TEA e TDAH na rede de saúde pública e na rede privada conveniada ao SUS. A propositura visa defender os direitos dessas pessoas, proporcionando-lhes uma política de saúde direcionada que promova uma melhor qualidade de vida e desenvolvimento cognitivo e social.

"Com esta medida, queremos possibilitar maior acesso aos tratamentos medicamentosos e terapêuticos, garantindo que essas famílias não fiquem desamparadas," explica a deputada.

A deputada conta com o apoio dos parlamentares e da sociedade para a aprovação desse projeto de lei. "Vamos lutar juntos para garantir que essas famílias não fiquem desamparadas" conclui.



FONTE: ASSESSORIA

Samu atendeu 15 mil paranaenses a mais no primeiro semestre deste ano



O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atendeu 15.738 paranaenses a mais no primeiro semestre deste ano, comparado ao mesmo período de 2023. Foram regisdros 610.174 atendimentos frente aos 594.436 no ano passado. Os números incluem os atendimentos realizados por 282 ambulâncias e seis aeronaves coordenadas por 12 Regulações descentralizadas.

Essas Regulações garantem a cobertura integral de todo o Paraná pelo serviço. O secretário de Estado da Saúde, César Neves, relembrou que em 2019 o Estado possuía apenas 68% de cobertura, realidade que mudou com investimentos do Governo do Estado.

“Graças a um trabalho árduo das nossas equipes de Urgência e Emergência, atingimos 100% do território paranaense coberto pelo Samu em 2022. Esses atendimentos são fundamentais para garantir uma assistência rápida e eficaz na missão de salvar vidas no Estado”, disse.

Além dos acionamentos de rotina pelo telefone 192, também houve aumento no número de transferências de urgência. No primeiro semestre de 2023 foram realizadas 86.609 transferências terrestres com ambulâncias do Samu e 378 com a aeronave da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Este ano o número saltou para 100.095 terrestres (+15,5%) e 434 aéreas (+14,8%).

MEDICAMENTO – Desde 2020, a Sesa adquire, com recursos próprios, a medicação Tenecteplase usada para tratamento de ataque cardíaco. O Paraná é o único estado do país que utiliza esse trombolítico já no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) de pacientes infartados, por meio do Samu, antes de encaminhá-los ao hospital.

O medicamento atua na desobstrução da artéria bloqueada, restaurando o fluxo sanguíneo e minimizando o dano ao músculo cardíaco. Melhora a dor no peito e a falta de ar, reduzindo as chances de complicações como insuficiência cardíaca, arritmias e até mesmo morte.

Após receber esse medicamento, o paciente tende a ter o quadro estabilizado, garantindo melhores condições clínicas até chegar a um hospital.

Cada ampola do medicamento custa R$ 7.320,00 e é disponibilizada em 59 ambulâncias de suporte avançado do Samu e em seis aeronaves que atendem urgência no Estado. Somente este ano foram utilizadas 224 ampolas e, nestes quase cinco anos de uso, o Estado soma mil pacientes atendidos, num investimento de mais de R$ 7,3 milhões do Tesouro do Estado.

AEROMÉDICO – O atendimento aeromédico é operado pelo Sistema Estadual de Regulação de Urgência e suas centrais. O serviço do Paraná é referência nacional e cada base de helicóptero é responsável por uma área de atendimento de até 250 quilômetros do seu ponto de origem, com voos de até duas horas de duração para possibilitar ida e volta sem a necessidade de reabastecimento.

 Atualmente, todo o Paraná é coberto por cinco bases aeromédicas, que atuam de forma coordenada e complementar. Em Curitiba ficam alocados dois helicópteros, um da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e um do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas do Paraná (BPMOA), além de um avião da Sesa. Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa contam com um helicóptero cada, contratados pela Sesa junto à empresa Helisul, via licitação.

Dados da Sesa mostram que este ano o serviço aeromédico do Estado já registrou 1.565 atendimentos. No mesmo período no ano passado foram 1.601. Os números incluem as remoções de trauma e atendimentos relacionados ao transporte de órgãos para transplante. Em 2023 o serviço bateu recorde histórico em atendimentos, com mais de 4 mil ocorrências.

Todos os serviços aeromédicos do Paraná são financiados com recursos do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde. Anualmente, o contrato dos helicópteros de Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa e do avião alocado em Curitiba, prevê um investimento de até R$ 85,5 milhões, dependendo do uso durante o período.

A pasta também repassou, somente no ano passado, R$ 13,5 milhões por meio do Fundo Estadual de Saúde para o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), além de custear as equipes médicas do Samu, que prestam os atendimentos aeromédicos, num montante de R$ 4,3 milhões em 2023.

Foto: Samu SESA/PR

Agência Estadual de Notícias