Rubens Bueno é escolhido, pela oitava vez seguida, um dos “100 Cabeças do Congresso Nacional”

O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) foi apontado pela oitava vez seguida na lista dos “100 Cabeças do Congresso Nacional”. A relação que aponta os 65 parlamentares mais influentes da Câmara e os 35 do Senado é publicada anualmente pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) e a deste ano foi divulgada na última segunda-feira (17/09). Dos 33 parlamentares do Paraná, apenas sete aparecem na lista.

Confira o levantamento completo
http://www.diap.org.br/images/stories/oscabecasdocongressonacional_2018_imprensa.pdf

Rubens Bueno é destacado na pesquisa como negociador e está na lista desde que retornou ao Congresso em 2011. Em 2001 e 2002, ele também figurou entre os 100 melhores parlamentares, o que lhe dá, ao todo, 10 anos como integrante da elite do Parlamento brasileiro.

Definição

Os “Cabeças” do Congresso Nacional são, na definição do DIAP, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais pelo exercício de todas ou algumas das qualidades e habilidades consideradas no levantamento. Entre os atributos que caracterizam um protagonista do processo legislativo, estão a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, que é dinâmica, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão. Enfim, é o parlamentar que, isoladamente ou em conjunto com outras forças, é capaz de criar seu papel e o contexto para desempenhá-lo.

Rubens Bueno, que disputa a reeleição para deputado federal, se encaixou pela 10ª vez nesse perfil.

Para realizar o levantamento, o Diap fez entrevistas com deputados e senadores, assessores das duas Casas do Congresso, jornalistas, cientistas e analistas políticos, e promoveu, em relação a cada parlamentar, exame cuidadoso das atividades profissionais, dos vínculos com empresas ou organizações econômicas ou de classe, da formação e vida acadêmica, além de levantamentos minuciosos de pronunciamentos, apresentação de proposições, resultados de votações, intervenções nos debates do Legislativo, frequência com que é citado na imprensa, temas preferenciais, cargos públicos exercidos dentro e fora do Congresso, relatorias de matérias relevantes, forças ou grupos políticos de que faça parte, além do exame minucioso dos perfis políticos e ideológicos de cada parlamentar

A pesquisa inclui apenas os parlamentares que estavam no efetivo exercício do mandato no período de avaliação, correspondente ao período de fevereiro a julho de 2018. (Com informações do Diap)

FONTE: ASSESSORIA DO DEPUTADO
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