Aulas da Rede Municipal de Telêmaco Borba devem voltar a ser somente presenciais



O Comitê de Retorno às Aulas se reuniu na última semana para debater a nova Resolução da Secretaria Estadual de Saúde (SESA) nº 860/2021 e suas implicações na Rede Ensino Municipal de Telêmaco Borba.


A secretária municipal de Educação, Rosimeyre Barbosa Siqueira Carneiro, explicou que entre os principais pontos está a diminuição de distanciamento de 1,5 metros para 1 metro e também a prioridade do retorno presencial das atividades de ensino nas escolas municipais, salvo as crianças/estudantes que estiverem em isolamento ou quarentena para COVID-19, bem como aqueles com comorbidade, ou a critério médico. As instituições escolares devem garantir a oferta da modalidade não presencial para estas crianças/estudantes.
“A partir do mês de outubro seguiremos as medidas da ultima Orientação SESA ” explicou, acrescentando que a SME já reuniu as equipes gestoras das escola e CMEIs a fim de repassar as novas informações e orientar sobre como proceder na organização das instituições.
A secretária explicou que poderá haver escalonamento em algumas turmas, onde não for possível a garantia de 1 metro de distanciamento e que os estudantes que tiverem sintomas do Coronavírus devem se manter em casa, sem poder ingressar nas escolas. “Mesmo com essas mudanças, os protocolos de segurança continuam normalmente, sem alterações, exigindo os mesmos cuidados necessários com os estudantes e demais profissionais”, comentou Rosimeyre.
Ela também fez um balanço positivo da volta às aulas de forma presencial. “O sistema escalonado que adotamos foi bom e adequado para toda preparação da convivência no ambiente escolar, habituando toda comunidade na higienização da maneira correta e segura. Tanto que não tivemos aumento no número de casos de contaminação”, informou.
A chefe da Seção de Vigilância Sanitária, Kátia Cristiane Almeida Alves, explicou que ainda há perigo de contaminação. “Nós notamos que muitas pessoas que tem se infectado recentemente, a contaminação vem da família, trabalho ou escola”, contou.
Kátia alertou que é essencial que tanto pais quanto profissionais devem estar atentos: “Temos que continuar com a triagem e não permitir qualquer pessoa com sintomas permaneça nas escolas e CMEIs”, alertou.

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